Qual o proplema que lhe deixa furioso (a) em sua Cidade?
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Pagamos Muito Caro Por essas Porcarias de Estradas
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
VOCÊ VAI SE DEIXAR SER CENSURADO E ALIENADO ATÉ QUANDO? Saiba o que vc precisa saber!
Caros blogueiros;
"VEJA VIDEOS QUE A MÍDIA NÃO MOSTRA"
Certamente nós estamos na classificação de alienados intermediariamente, aqui nos temos acesso a verdade, por mais dura e crua que se possa parecer.
A realidade é maquiada constantemente, para parecer mais bela, o governo faz isso constantemente.
O problemas que acabam tendo conhecimento notório são os que aparecem, mas aparecem pelo tempo e da forma que a mídia assim decidir ou necessitar.
Somos manipulados o tempo todo, seja pelo Call Center, seja pelos bancos, prestadoras de serviço monopolizadas, tipo as prestadoras de energia, água.
Fiquem ligados, acordem, sejam vivos, questionem, seja cidadão ao pé da palavra.
"SABER DAS COISAS É O QUE NOS DIFERNCIA DAS DEMAIS PESSOAS"
''AkyrA''
VIDEO --> HOMEM É ATROPELADO POR METRÔ E AINDA VIVE!
http://www.liveleak.com/view?i=80a_1214172328
VIDEO -->HOMEM CAI NO VÃO DO METRÔ E É TRITURADO VIVO, ESSE, PASSOU DESSA PARA MELHOR! NO ANHANGABAHÚ
http://videolog.uol.com.br/video.php?id=495124
Em um caso desse as vitimas deveram receber indenizações, seja os ascendentes ou descendentes se é de cujos, seja a própria vítima se caso saiu com vida, a responsabilidade nesse caso é objetiva.
Veja este artigo onde o grande mestre de direito Dr. Nehemias Domingos De Melo leciona em sua excelente obra, Da culpa e do Risco.
Dos Contratos de Transportes
No contrato de transporte pode ter por objeto a condução de pessoas, coisas, ou noticias, faz referência em seu excelente livro, “Da culpa e do Risco” o nosso ilustre mestre de direito Dr. Nehemias Domingos De Melo, e que este transporte deve ser nas condições e no tempo contratado, alem do dever ostensório que garantira a segurança, a incolumidade (que não sofreu nenhum dano físico ou moral), das pessoas transportadas, ou conservação em se tratando de coisas.
A responsabilidade para esse tipo de contrato implica numa obrigação de resultado, atendendo ao fim a que se destina com eficiência, segurança e diligencia. É incólume quando se tratar de transportes de pessoas, sob pena de ser responsabilizado aos danos que algum passageiro possa vir a sofrer, somente exonerando-se quando provar a ocorrência do fato por caso fortuito ou força maior, ou ainda, quando a culpa for exclusiva da vítima.
Unilateralmente o contratante adere às condições impostas e estabelecidas pelo transportador configurando assim como contato de adesão.
O nosso Ilustre Mestre também nos rememora quanto aos casos de transporte gratuito ou de cortesia que a responsabilidade será apurada com base na “responsabilidade aquilina” que é aquela que advêm de ato ilícito por imperícia, imprudência e negligencia isso muda se for o caso de transporte aéreo, nesse caso não há que se falar em exclusão de responsabilidade.
O caso fortuito ou força maior são institutos que fazem presente a imprevisibilidade e inevitabilidade, ou seja, casos imprevistos ou inevitáveis.
Culpa exclusiva da vitima, esse fato afasta a responsabilidade do transportador na exata medida pelo fato que não se pode responsabilizar por um evento alguém por algo que não deu causa que prevê o CDC, art. 14, §3º, II.
Culpa concorrente essa esta prevista no CC em seu art. 738, onde diz que o juiz reduzira equitativamente a indenização na medida em que a vitima tiver concorrido para a ocorrência do dano. Sendo assim não deverão mais as empresas de transporte ser condenadas a pagar integralmente por danos as vítimas que concorreram culposamente para fim do fato danoso.
Culpa exclusiva de terceiros, nesse caso o no saudoso CDC prevê a exoneração de responsabilidade em seu art. 14, §3º, II, porem, o novo código Civil expressamente afasta essa eximente em seu art. 735, sendo duas normas colidentes, posto que o fato doloso de terceiro que poderia ser chamado de fato exclusivo de terceiro sendo equivalente ao caso fortuito externo e por conseqüência excluindo o nexo causal se equiparia a força maior. Tanto num caso quanto noutro para haver alguma excludente de responsabilidade há que se fazer presente a imprevisibilidade (caso fortuito) ou a inevitabilidade (força maior).
"Aqui eu mato a cobra e mostro o pau"
"VEJA VIDEOS QUE A MÍDIA NÃO MOSTRA"
Certamente nós estamos na classificação de alienados intermediariamente, aqui nos temos acesso a verdade, por mais dura e crua que se possa parecer.
A realidade é maquiada constantemente, para parecer mais bela, o governo faz isso constantemente.
O problemas que acabam tendo conhecimento notório são os que aparecem, mas aparecem pelo tempo e da forma que a mídia assim decidir ou necessitar.
Somos manipulados o tempo todo, seja pelo Call Center, seja pelos bancos, prestadoras de serviço monopolizadas, tipo as prestadoras de energia, água.
Fiquem ligados, acordem, sejam vivos, questionem, seja cidadão ao pé da palavra.
"SABER DAS COISAS É O QUE NOS DIFERNCIA DAS DEMAIS PESSOAS"
''AkyrA''
VIDEO --> HOMEM É ATROPELADO POR METRÔ E AINDA VIVE!
http://www.liveleak.com/view?i=80a_1214172328
VIDEO -->HOMEM CAI NO VÃO DO METRÔ E É TRITURADO VIVO, ESSE, PASSOU DESSA PARA MELHOR! NO ANHANGABAHÚ
http://videolog.uol.com.br/video.php?id=495124
Em um caso desse as vitimas deveram receber indenizações, seja os ascendentes ou descendentes se é de cujos, seja a própria vítima se caso saiu com vida, a responsabilidade nesse caso é objetiva.
Veja este artigo onde o grande mestre de direito Dr. Nehemias Domingos De Melo leciona em sua excelente obra, Da culpa e do Risco.
Dos Contratos de Transportes
No contrato de transporte pode ter por objeto a condução de pessoas, coisas, ou noticias, faz referência em seu excelente livro, “Da culpa e do Risco” o nosso ilustre mestre de direito Dr. Nehemias Domingos De Melo, e que este transporte deve ser nas condições e no tempo contratado, alem do dever ostensório que garantira a segurança, a incolumidade (que não sofreu nenhum dano físico ou moral), das pessoas transportadas, ou conservação em se tratando de coisas.
A responsabilidade para esse tipo de contrato implica numa obrigação de resultado, atendendo ao fim a que se destina com eficiência, segurança e diligencia. É incólume quando se tratar de transportes de pessoas, sob pena de ser responsabilizado aos danos que algum passageiro possa vir a sofrer, somente exonerando-se quando provar a ocorrência do fato por caso fortuito ou força maior, ou ainda, quando a culpa for exclusiva da vítima.
Unilateralmente o contratante adere às condições impostas e estabelecidas pelo transportador configurando assim como contato de adesão.
O nosso Ilustre Mestre também nos rememora quanto aos casos de transporte gratuito ou de cortesia que a responsabilidade será apurada com base na “responsabilidade aquilina” que é aquela que advêm de ato ilícito por imperícia, imprudência e negligencia isso muda se for o caso de transporte aéreo, nesse caso não há que se falar em exclusão de responsabilidade.
O caso fortuito ou força maior são institutos que fazem presente a imprevisibilidade e inevitabilidade, ou seja, casos imprevistos ou inevitáveis.
Culpa exclusiva da vitima, esse fato afasta a responsabilidade do transportador na exata medida pelo fato que não se pode responsabilizar por um evento alguém por algo que não deu causa que prevê o CDC, art. 14, §3º, II.
Culpa concorrente essa esta prevista no CC em seu art. 738, onde diz que o juiz reduzira equitativamente a indenização na medida em que a vitima tiver concorrido para a ocorrência do dano. Sendo assim não deverão mais as empresas de transporte ser condenadas a pagar integralmente por danos as vítimas que concorreram culposamente para fim do fato danoso.
Culpa exclusiva de terceiros, nesse caso o no saudoso CDC prevê a exoneração de responsabilidade em seu art. 14, §3º, II, porem, o novo código Civil expressamente afasta essa eximente em seu art. 735, sendo duas normas colidentes, posto que o fato doloso de terceiro que poderia ser chamado de fato exclusivo de terceiro sendo equivalente ao caso fortuito externo e por conseqüência excluindo o nexo causal se equiparia a força maior. Tanto num caso quanto noutro para haver alguma excludente de responsabilidade há que se fazer presente a imprevisibilidade (caso fortuito) ou a inevitabilidade (força maior).
"Aqui eu mato a cobra e mostro o pau"
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Brasília tem jeito?!!!
20/01/2010 - 00h58
Brasília tem jeito!!!
“Só uma mobilização massiva e permanente pode derrotar essa corja de corruptos populistas que domina a cena política brasiliense há décadas”
Luiz Aparecido *Muita gente ainda está atarantada com os acontecimentos que abalaram as estruturas da política de Brasília. O chamado “mensalão do DEM”, denunciado por gente do próprio governo Arruda, flagrou do governador a secretários de Estado e deputados distritais da base governista recebendo dinheiro de propina pelas mãos de Durval Barbosa, então secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal. O escândalo mobilizou quem faz política a sério na capital federal, o Ministério Público, a OAB e entidades da sociedade civil e partidos oposicionistas. Mas quem fez barulho mesmo e foi para a rua mobilizar o povo foi a juventude, principalmente aquela ligada a partidos de esquerda como PCdoB, parte do PT, Psol e PSTU, ou à UNE, UJS e outras entidades. A mobilização “Fora Aruda” arrefeceu um pouco com as festas de fim de ano, mas parece que voltam mais acirradas e organizadas agora. Considero que essas manifestações devem ser ampliadas e procurar envolver as massas que decidem, esclarecendo o povo pobre da periferia das cidades satélites, principal base popular de apoio governista. Sem esse povo na luta, não se irá a lugar nenhum, porque será uma minoria nas ruas gritando “Fora Aruda”, mas nas eleições o “povão” vai lá e vota no ex-governador Joaquim Roriz ou num candidato apoiado por Arruda. O que fazer É preciso copiar milhões de vídeos/DVDs das imagens do escândalo, distribuir ao povo pobre das periferias e realizar mutirões de visitas a esses lugares para conversar com a população e explicar as causas do escândalo. Só uma mobilização massiva e permanente pode criar as condições de se articular uma base política forte para derrotar essa corja de corruptos populistas que domina a cena política brasiliense há décadas. Não se pode esquecer que a corrupção agora denunciada tem origem no governo Roriz. Arruda e seus aliados são filhotes do mesmo ovo da serpente. Não é hora para exclusivismo nem dogmatismo. Quem está nas ruas protestando é que deve ser a base da aliança política que pode derrotar o populismo de Roriz/Arruda e seus asseclas. Ficarão na mente do povo exemplos vacilantes e covardes como do ex-ministro e ex-deputado Agnelo Queiroz, que oportunisticamente deixou o PCdoB (onde construiu sua vida política) para entrar no PT, onde lhe prometeram a vaga de candidato a governador. Dois meses antes de o escândalo vir a tona, ele já sabia de tudo, havia visto os vídeos mostrando a corrupção e ficou calado. Isso é grave e desqualifica uma figura que se dispõe a derrotar o esquemão que domina o Distrito Federal. Somar forças e ir ao povo! Se a mobilização continuar e se ampliar, incluindo parcelas significativas das massas das periferias e se houver coragem para costurar alianças com quem está na luta e escolher o nome certo, que una essas forças, é possível ganhar as eleições de outubro e construir um governo democrático e popular no Distrito Federal. Pode parecer loucura, mas acredito que possa daí surgir uma aliança pela base (que arrastaria as cúpulas), envolvendo PCdoB, parcelas significativas do PT, gente do PDT e do PSB e, principalmente, do Psol, PSTU e PV. Só assim o sistema montado há décadas no DF para iludir o povo, destruir o projeto arquitetônico/humanista e roubar dinheiro público poderá ser derrotado nas urnas. Projetos exclusivistas – como o PT sempre quer montar, monopolizando cabeça, tronco e membros da chapa –, aventuras individuais de partidos nanicos e sem base social ou alianças de cúpulas dos partidos oposicionistas tendem a fracassar. A direita corrupta vai se unir e novamente, enganando o povo pobre e carente das periferias, ganhará as eleições. Por isso, é preciso desprendimento, clareza de objetivos e se inserir no seio do povão, para derrotar a corja populista e corrupta. E volto, sem medo de errar, a indicar que há um político em Brasília capaz de derrotar o DEM e o demo. É Orlando Carrielo (PSTU), que já foi candidato a governador, é um homem de esquerda honesto e desprendido e pode, se não houver preconceito de nenhuma das forças envolvidas nesse projeto de salvação do Distrito Federal, ganhar as eleições e expulsar de vez essa corja que domina o cenário de poder da capital do país. Se houver outro nome no seio da esquerda combativa de Brasília, capaz de desempenhar essa tarefa hercúlea, que apareça. A hora é agora. Pode ser o nascimento de uma nova força política inserida no povo e com grandeza suficiente para acabar com o preconceito, que há tanto tempo derrota internamente a esquerda. Há que se mergulhar no seio das massas despossuídas que se transformaram em reféns dos populistas de direita. Vamos construir uma aliança imbatível com quem está hoje nas ruas combatendo Arruda e sua corja! * Jornalista, Luiz Aparecido foi dirigente do PCdoB e exerceu diversos cargos nos setores público e privado, em Brasília, em São Paulo (seu estado de origem) e no Espírito Santo (onde vive atualmente).
Brasília tem jeito!!!
“Só uma mobilização massiva e permanente pode derrotar essa corja de corruptos populistas que domina a cena política brasiliense há décadas”
Luiz Aparecido *Muita gente ainda está atarantada com os acontecimentos que abalaram as estruturas da política de Brasília. O chamado “mensalão do DEM”, denunciado por gente do próprio governo Arruda, flagrou do governador a secretários de Estado e deputados distritais da base governista recebendo dinheiro de propina pelas mãos de Durval Barbosa, então secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal. O escândalo mobilizou quem faz política a sério na capital federal, o Ministério Público, a OAB e entidades da sociedade civil e partidos oposicionistas. Mas quem fez barulho mesmo e foi para a rua mobilizar o povo foi a juventude, principalmente aquela ligada a partidos de esquerda como PCdoB, parte do PT, Psol e PSTU, ou à UNE, UJS e outras entidades. A mobilização “Fora Aruda” arrefeceu um pouco com as festas de fim de ano, mas parece que voltam mais acirradas e organizadas agora. Considero que essas manifestações devem ser ampliadas e procurar envolver as massas que decidem, esclarecendo o povo pobre da periferia das cidades satélites, principal base popular de apoio governista. Sem esse povo na luta, não se irá a lugar nenhum, porque será uma minoria nas ruas gritando “Fora Aruda”, mas nas eleições o “povão” vai lá e vota no ex-governador Joaquim Roriz ou num candidato apoiado por Arruda. O que fazer É preciso copiar milhões de vídeos/DVDs das imagens do escândalo, distribuir ao povo pobre das periferias e realizar mutirões de visitas a esses lugares para conversar com a população e explicar as causas do escândalo. Só uma mobilização massiva e permanente pode criar as condições de se articular uma base política forte para derrotar essa corja de corruptos populistas que domina a cena política brasiliense há décadas. Não se pode esquecer que a corrupção agora denunciada tem origem no governo Roriz. Arruda e seus aliados são filhotes do mesmo ovo da serpente. Não é hora para exclusivismo nem dogmatismo. Quem está nas ruas protestando é que deve ser a base da aliança política que pode derrotar o populismo de Roriz/Arruda e seus asseclas. Ficarão na mente do povo exemplos vacilantes e covardes como do ex-ministro e ex-deputado Agnelo Queiroz, que oportunisticamente deixou o PCdoB (onde construiu sua vida política) para entrar no PT, onde lhe prometeram a vaga de candidato a governador. Dois meses antes de o escândalo vir a tona, ele já sabia de tudo, havia visto os vídeos mostrando a corrupção e ficou calado. Isso é grave e desqualifica uma figura que se dispõe a derrotar o esquemão que domina o Distrito Federal. Somar forças e ir ao povo! Se a mobilização continuar e se ampliar, incluindo parcelas significativas das massas das periferias e se houver coragem para costurar alianças com quem está na luta e escolher o nome certo, que una essas forças, é possível ganhar as eleições de outubro e construir um governo democrático e popular no Distrito Federal. Pode parecer loucura, mas acredito que possa daí surgir uma aliança pela base (que arrastaria as cúpulas), envolvendo PCdoB, parcelas significativas do PT, gente do PDT e do PSB e, principalmente, do Psol, PSTU e PV. Só assim o sistema montado há décadas no DF para iludir o povo, destruir o projeto arquitetônico/humanista e roubar dinheiro público poderá ser derrotado nas urnas. Projetos exclusivistas – como o PT sempre quer montar, monopolizando cabeça, tronco e membros da chapa –, aventuras individuais de partidos nanicos e sem base social ou alianças de cúpulas dos partidos oposicionistas tendem a fracassar. A direita corrupta vai se unir e novamente, enganando o povo pobre e carente das periferias, ganhará as eleições. Por isso, é preciso desprendimento, clareza de objetivos e se inserir no seio do povão, para derrotar a corja populista e corrupta. E volto, sem medo de errar, a indicar que há um político em Brasília capaz de derrotar o DEM e o demo. É Orlando Carrielo (PSTU), que já foi candidato a governador, é um homem de esquerda honesto e desprendido e pode, se não houver preconceito de nenhuma das forças envolvidas nesse projeto de salvação do Distrito Federal, ganhar as eleições e expulsar de vez essa corja que domina o cenário de poder da capital do país. Se houver outro nome no seio da esquerda combativa de Brasília, capaz de desempenhar essa tarefa hercúlea, que apareça. A hora é agora. Pode ser o nascimento de uma nova força política inserida no povo e com grandeza suficiente para acabar com o preconceito, que há tanto tempo derrota internamente a esquerda. Há que se mergulhar no seio das massas despossuídas que se transformaram em reféns dos populistas de direita. Vamos construir uma aliança imbatível com quem está hoje nas ruas combatendo Arruda e sua corja! * Jornalista, Luiz Aparecido foi dirigente do PCdoB e exerceu diversos cargos nos setores público e privado, em Brasília, em São Paulo (seu estado de origem) e no Espírito Santo (onde vive atualmente).
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